O ataque das árvores voadoras

Se você fosse um extraterrestre voando de espaçonave na alta atmosfera do Planeta Terra há 100 mil anos atrás o que veria abaixo de você seria muito azul do oceano, muito branco dos pólos, um tanto de amarelo avermelhado dos desertos e imensas extensões de um verde felpudo: as árvores.

Se voltasse 50 mil anos depois, veria mais ou menos a mesma coisa. E não seria muito diferente a paisagem na janela se você cruzasse o céu no tempo do avô do seu tataravô.

Mas, se você fosse passear de disco voador hoje, veria uma mudança bem fácil de notar: o verde felpudo está acabando. Hoje há apenas metade das 800 bilhões de árvores que havia há cento e poucos anos. Para onde foram as árvores?

Foto: denis rb (CC)

Elas desmaterializaram-se.

Foram queimadas para produzir energia. Foram transformadas em papel e depois descartadas para apodrecer nos aterros sanitários.

Desmaterializaram-se, mas não sumiram. Afinal, desde o tempo de Lavoisier se sabe que nada desaparece: as coisas mudam de forma. Nossas árvores, transformadas em gás carbônico (fumaça) e gás metano (do lixo), estão neste exato momento flutuando sobre a sua cabeça, prezado leitor.

Óbvio que isso traz consequências para o clima. Ou você acha que 400 bilhões de árvores gasosas voando na atmosfera passam despercebidas? Óbvio que essas gases fazem diferença no ar que respiramos, no equilíbrio das correntes de ar, na dinâmica do transporte de umidade, na transmissão de calor. No clima.

Lógico também que a ausência dessas árvores faz falta cá embaixo na terra. Ao arrancá-las, o que deixamos foi terra exposta. Exposta, ela escorre para os rios, gerando assoreamento. Ela é fritada pelos raios de sol, o que mata nutrientes. Ela se saliniza, perde a fertilidade. Ela é compactada e torna-se impermeável. Ela é comida pela erosão. Ela dá à luz desertos.

Aí a atmosfera mudada pelas árvores voadoras (e também pelo petróleo queimado) acaba explodindo com mais frequência em tempestades, nevascas, furacões, tufões, ondas de calor. E tudo isso acaba carcomendo ainda mais o solo exposto. E os rios, entupidos pelo assoreamento, não dão vazão às chuvas cada vez maiores. E nossas cidades se acabam em enchentes, deslizamentos, falta d’água, epidemias.

Tudo isso é causado pela desmaterialização das árvores.

O que me faz pensar…

A solução é simples: rematerializem as árvores!

Tirem-nas da atmosfera e fixem-as novamente no solo. Uma árvore, quando cresce, suga as árvores voadoras da atmosfera. Cada árvore nova no chão é uma árvore voadora a menos no ar.

As árvores rematerializadas vão segurar e proteger o solo de novo. E os rios voltarão a correr.

E, se por acaso algum ET atento voar pelo céu de espaçonave e olhar para baixo pela janela, vai anotar no diário de bordo:

– Está tudo certo aqui de novo.

56 comentários
  1. Monica disse:

    Denis,

    será que além do “rematerializem as árvores” seria necessário também discutir o controle de natalidade?

  2. rubens osorio disse:

    Não tem jeito: “rematerializar” as árvores exige “desmaterializar” os humanos. Pelo menos, um bocado deles!!! Como disse a Mônica, aí embaixo.

  3. Leonardo Xavier disse:

    Eu estava pensando outro dia desses se a utilização de madeira na construção civil assim como para construção objetos utilizados no cotidiano não seria uma forma de retirar carbono da atmosfera? Logicamente que essa madeira não poderia ter origem do desmatamento, mas sim plantada para esse fim.

  4. Chesterton disse:

    E viva o eucalipto…olhem, nessa de diminuir a população de humanos na terra comecem por vocês mesmos, seus amigos e familiares e não se metam comigo.

  5. denis rb disse:

    Uma curiosidade:
    Essa opinião do rubens osorio aparentemente compartilhada pelo Chesterton, de que árvores ocupam espaço de humanos e, portanto, desmatamento significa desenvolvimento, é típica de países subdesenvolvidos.
    Ao longo da história da economia moderna, sem exceção, todo país que se desenvolveu o fez desmatando. Mas todo país que ultrapassou um certo nível de desenvolvimento, sem exceção também, reflorestou. O Japão é o exemplo mais extremo. Após as guerras, derrubou furiosa e eficientemente todas as suas florestas. Nas últimas décadas, no entanto, reflorestou num ritmo ainda mais acelerado, e hoje é um dos países do mundo com maior porcentagem de território reflorestado.
    Uma explicação para isso é psicológica (a leitura do clássico antropológico “O Homem e o Mundo Natural” de Keith Thomas, ajuda a entender isso). Para alguém que cresceu na pobreza cercado de abundância de recursos naturais é naturalmente difícil dar valor à natureza. Para essa pessoa, uma bacia de plástico efetivamente pode parecer mais valiosa que um carvalho (já que no mundo onde essa pessoa formou seus valores havia tão mais carvalhos do que bacias). Natureza é vista como um obstáculo, um inimigo, um oponente a ser subjugado (não pretendo aqui generalizar, insinuar que seja assim com todo mundo que cresceu na pobreza, apenas aponto uma tendência). Não é à tôa que vegetarianismo, ambientalismo, defasa dos direitos animais etc sejam todo conceitos urbanos, com raízes na Londres do século 19, a cidade mais industrializada do mundo na época.
    Acontece que a falta de natureza piora concretamente a vida. Viver no asfalto, na fumaça, no barulho, na correria, no sol rachando, na secura, no ar condicionado tira o sentido da vida. Deprime. Aí, quando o país se desenvolve e passa a ter recursos de sobra, faz um esforço para melhorar a vida e refloresta.
    A grande questão para o Brasil é que não é necessário seguir a mesma curva dos países que vieram antes. Não precisamos passar por cada etapa da curva desmata-deprime-refloresta. Temos a chance concreta de fazer um atalho e não descer ao fundo antes de começar a subir. Há um incentivo econômico para isso: áreas férteis e diversas com florestas são potencialmente muito mais produtivas e lucrativas que monotonias monocultoras. Só que monotonias são mais simples, mais fáceis de vender, mais diretas. Florestas exigem inteligência, exigem que se planeje uma logística, que muitas indústrias se envolvam. E, no Brasil, todo mundo gosta do caminho mais fácil.

  6. reynaldo moreira disse:

    Fico pensando quanto tempo Denis Russo passa por semana assentado como Buda, bundando, ao lado de uma árvore.

  7. Felipe disse:

    E eu quantos segundos reynaldo moreira usou os dois neurônios rsrs

  8. denis rb disse:

    Me pegou, reynaldo moreira, me pegou.
    Bem pouco tempo, quase nenhum. Estou sempre com pressa correndo atrás de um prazo que está sempre atrasado.
    Mas às vezes eu consigo – raro, mas consigo.

  9. jorji disse:

    Eu sempre escrevi neste blog a consequência que foi a evolução humana sobe o ecossistema, o aumento populacional, e a necessidade permanente de fornecer energia na forma de alimentos para um número cada vez maior de indivíduos, trouxe como consequência a devastação de florestas, e a população humana não para de crescer. O Denis deu como exemplo o Japão, apesar de eles não serem nenhum santo, mas de lá que estão os projetos mais interessantes em relação ao aumento de produtividade agrícola, eles acreditam que no mínimo podemos aumentar a produtividade agrícola em cinquenta vezes mais, reduzindo pela metade a área destinada à agropecuária, e reflorestar o excedente, isso é possível a longo prazo, o uso da genética será decisivo nos rumos da sociedade, seja pelo bem, ou pelo mal.

  10. Chesterton disse:

    Sou um defensor ferrenho do reflorestamento, sou radicalmente contra o uso de lenha para energia, ainda que na minha infancia o feijão cozido a lenha, o banho em boiler a lenha e até o ferro de passar era com brasa da lenha de eucalipto. Agora, para isso é preciso que o povo enrique e tenha grana para pagar a conta de luz, que é hidro, termo (carbohidratos) ou nuclear. A bomba atômica controlada salva as florestas, logo tratemos de cuidar do lixo atômico inevitável.
    Sou radicalmente contra previsões apocalípticas sem sentido, como esse neomalthusianismo que se vê aqui e ali.

  11. Chesterton disse:

    agora estou convencido, o mundo vai acabar pois esse fenOmeno da natureza prenuncia o fim dos tempos…..Denis, para de gozação.
    Antes de dizer bobagem, estude um pouco.
    http://en.wikipedia.org/wiki/Fire_whirl

  12. Carlos N Mendes disse:

    400 bilhões de árvores, cada uma em média abrigando 1,5 tonelada de carbono, temos 600 bilhões de toneladas de carbono na atmosfera (para saber quanto isso dá em termos de gás carbônico, tem que somar o oxigênio, mas não estou a fim de fazer a conta). Some-se ainda a vegetação arbustiva que vaporizou-se também, mais o carvão retirado da terra já há 250 anos e o petróleo, queimado há 100 anos. Não é um número muito bonito, mas nem ele vai convencer quem se acostumou com tanto conforto de que temos que pisar no freio ou deixar as consequências para nossos filhos e netos.

  13. jorji disse:

    O apocalipse nada mais é do que a extinção de todas as espécies de seres vivos que habitam o planeta Terra, um dia acontecerá, o próprio planeta está com os dias contados. O que mais me impressiona nesta questão ambiental, é que pessoas com ótima formação ainda duvide e feche os olhos para a questão, e na minha modesta opinião, Marte é a Terra amanhã.

  14. Chesterton disse:

    Sem dúvida, a Terra está condenada a queimar pelo aumento de tamanho do sol em alguns bilhões de anos. Isso me tira o sono.
    Mais terrorismo ecológico.

  15. denis rb disse:

    Ah, Chesterton,
    Redemoinhos de fogo não são sinais do apocalipse, óbvio. São fenômenos climáticos já registrados antes (nunca no Brasil, pelo que pesquisei), quando o ar está muito seco, a temperatura está muito alta e os ventos estão muito fortes. Essas três condições são justamente aquelas que, pelas previsões do IPCC, devem se tornar mais e mais frequentes daqui para frente (e, segundo o Inpe, já estão se tornando). Este redemoinho de fogo específico foi causado pelas mudanças climáticas? Sei lá. Mas sei que, só em 2010, tivemos seca no Nordeste e algumas das maiores enchentes da história na mesma região. Mais de 40 dias de chuva seguidos em São Paulo e agora o céu está pegando fogo. Não sei no que enviar um link para a wikipedia ajuda a argumentar que não há algo muito estranho acontecendo.

  16. Chesterton disse:

    Esse rodamoinho de fogo não foi causado pelas queimadas?

    “algo muito estranho acontecendo” –

    chest- ora faz sol, ora faz chuva, que que há de estranho nisso? O IPCC faz previsões autoconfirmativas (vai chover, catastrofes ocorrerão) e assim por diante. Quem sabe se a atividade solar está aumentando?

  17. Chesterton disse:

    Jorji, amanhã, dia 26 de agosto, se a terra não ficar igual a Marte, vou pegar no seu pé.

  18. jorji disse:

    Chesterton, essa foi boa. Com tecnologia quase tudo é possível, até reflorestar os desertos, que custaria trilhões e trilhões de dólares, mas uma coisa eu tenho certeza, só com o aumento gigantesco na produtividade agricola resolveremos essa questão de reflorestamento.

  19. Chesterton disse:

    É um problema, que será resolvido, na minha modesta opinião. Mas se a produtividade agrícola dobrar de hoje para amanhã teremos que jogar comida fora, e os preços despencarão deixando agricultores na miséria.
    Ei, parece que há correlação entre atividade solar e aumento das temperaturas na Terra
    http://www.tmgnow.com/repository/solar/lassen1.html
    Sei, sei, logo os “climatologistas”, loucos por verba de pesquisa (fiscai da natureza?) vão dizer que as pequenas discrepâncias são antropogênicas…que coisa….

  20. Felipe disse:

    É Chesterton, os problemas climáticos são culpa do Sol, ou, quem sabe, dos Extraterrestes citados no texto. Há quem pense, ainda, que a culpa é do Lula rsrsrsr

  21. Chesterton disse:

    Felipe, a culpa é de quem?

  22. Pessoa disse:

    Acredito que o planeta irá revidar com toda sua força expelindo bilhões de metros cúbicos de lava pelos seus vulcões, causando uma imensa nuvem que irá cobrir a terra e fazê-la entrar numa nova era do gelo. Talvez cause imensos terremotos e elimine boa parte da população, para que menos seres humanos a destruam. Ou então num colapso gigante devido as alterações climáticas, comece um processo interminável de chuvas que alagam cidades e países inteiros, disseminando doenças e causando imensas destruições… Salve-se quem puder!

  23. Luna disse:

    Estamos cansados de saber que precisamos rematerializar as arvores. Acho muitissimo interessante que sempre falamos “nos”. O que parece que se esquece “sempre” e’ que materialmente falando o mundo pertence a “poucos” os quais ainda se encontram em “devastation mode”. Existe dois lados nessa estoria. Gerar filhos nao necessariamente esta’diretamente conectado ao desmatamento. Ganancia dos governos, dos ricos e poderosos…sim esta’. Devastadores sao aqueles que de forma desleal, agressiva aos principios basicos da natureza e sem nenhum escrupulo produzem (atualmente mais do que nunca) os lixos que temos para comprar nas lojas, supermercados, farmacias, etc…etc…Estes poucos, grandes e poderosos usam as massas que simplesmente dizem amem por pura ignorancia. Carro novo, roupa nova, e…muito trabalho.
    Na verdade, com base no que vejo, nao existe solucao. Talvez queimar seja “a solucao”. Neste momento a Terra arde em febre. Depois do fogo a vida fatalmente se renovara’. Pode queimar…”nos” merecemos.

  24. Green Yolk disse:

    O título soava bizarro, mas no final tudo fez sentido! O que parecia ser ficção encapsulou elementos reais, vivenciados e negligenciados pelos seus causadores.

  25. jorji disse:

    Evolução humana , é a palavra que define tudo na questão ambiental .

  26. Felipe disse:

    A culpa é da humanidade em si, a única que pode achar soluções.Propostas tem uma penca, mas elas têm que ser colocadas em prática. Primeiro, no meu ponto de vista, os governos têm que implantar projetos de planejamento familiar. Não rola essa multidão de pessoas. Lembrando que se fossemos animais e existisse outra espécie dominadora, seriamos esmagados.

  27. Chesterton disse:

    O que consome recursos de modo irracional é a pobreza. Acabei de receber imagens de um acampamento do MST no Rio Solimões onde em vez de trabalhar, os messetianos vivem de roubar ovos de tartarugas e vender na feira. Alguem quer receber as imagens, é só dar o e-mail.

  28. Anouk disse:

    A rua onde moro possui dezenas de castanheiras. No outono, ajudadas pelo vento, elas atiram seus frutos sem o menor pudor. Uma vez levei uma castanhada no rosto que por pouco nao me derrubou. Aiai…Mas que sao belas; ah, isso elas sao.

  29. Felipe disse:

    Chesterton, como vc fala besteira rsrsrs Mata os pobres então??? E, é muito pelo contrário, se os pobres consumissem que nem a “classe mérdia” paulista/carioca o Planeta iria se esfarelar. Quem não tem o que falar critica o MST, em vez de criticar a desigualdade brutal e a falta de uma reforma agrária e de reformas de base no nosso país.

  30. jorji disse:

    Felipe, muitos países, principalmente desenvolvidos, a taxa de natalidade é baixissima, a população de idosos cresce, e a dos jovens vem caindo ano a ano, envelhecendo a população, e como consequência, a economia anda para trás. Realmente não importa o caminho ue a humanidade escolha, sempre vai estar em uma encruzilhada, assim vai ser também na questão ambiental. No futuro, se projeta a idade média em que as pessoas vão viver, em cerca de 100 anos, ainda tem um monte de cientistas imbecis querendo prolongar ainda mais , não deviamos passar dos 70 anos, a grande maioria não merece viver mais que isso, e eu me incluo neste grupo, mas acho que vou viver bem mais.

  31. carlos eduardo ferreira disse:

    achei interessante sua materia e li os cometarios sobre ela, tenho como conclusão unindo o artigo e os comentaristas é que é uma questão bem complicada, levando em conta os fatores da natureza humana, sociedade e poderosos de plantão uma solução para o desmatamento com certeza não vira a curto prazo

  32. Chesterton disse:

    Eu que falo besteira? Não, animal, não mata ninguém, tem que desenvolver para que a pobreza acabe. De novo, acabar com a pobreza, não com os pobres. Cáspita!, será que terei que desenhar?

  33. Chesterton disse:

    Jorji, aos setenta anos VAMOS BUSCAR VOCÊ!!!! (rs)

  34. Felipe disse:

    Eu fui irõnico, mas foi o que sugeriu. Nada me surpreende vindo de ti srsrs

  35. Felipe disse:

    jorji, vc é japa passa dos 100 hehehe

  36. reynaldo moreira disse:

    Se você admite que não tem tempo para se sentar debaixo de árvores para ficar simplesmente vivendo, Denis, porque uma preocupação tão grande em preservá-las? Desculpe, fui individualista, você está menos preocupado consigo e mais com a “humanidade”, o risco que significa o desmatamento para todos nós, tudo bem, entendi. Amigo, espero que você consiga se sentar com mais frequência debaixo de uma árvore, caso consigamos salvá-la, mas para isso seria preciso que o sistema não exigisse tanto de você, tanto trabalho, tanta “pressa correndo atrás de um prazo que está sempre atrasado”. Seria, assim, preciso mudar o sistema (e o modo como ele determina a vivência do tempo para você e para todos nós) para que todos nós tivéssemos não apenas a oportunidade mas a faculdade, o poder de nos assentarmos todos os dias sob ou sobre árvores para fazer simplesmente nada. Senão, de nada adiantaria preservá-las, não é verdade? Ah, sim, seriam preservadas para os orangotangos, eles sabem fazer nada como ninguém. Eu, por mim, sou a favor do abate de árvores, por camponeses que plantam sua roça de milho e feijão. Sou a favor da caça, para os índios. Se se trata das ditas “reflorestadoras”, que derrubam milhares de hectares de cerrado para plantar eucaliptos, sou contra. Se se trata de criar “cabeças de gado” aos milhares, confinadas, para depois matá-las com uma martelada mecânica na nuca, sou contra. Hay capitalistas, soy contra! Reynaldo Moreira.

  37. jorji disse:

    100 anos, tá louco! Um dia seremos 30 bilhões de humanos, segundo projeções, barrabás!

  38. jorji disse:

    Para salvar a natureza, é preciso em primeiro lugar, salvar a natureza humana.

  39. jorji disse:

    A distorção de valores, primeiro a ser corrigido, a escala de valores está totalmente errado.

  40. glenn disse:

    sabe, o que v. diz das árvores em partes é verdade.
    O problema na verdade não reside em quantas arvores retiramos, mas como retiramos…
    A gente faz o mais fácil, que é derrubar tudo… mas e se a gente tivesse tirado um de cada dois intercalando o que derrubamos e o que deixamos, o impacto seria muuuuuito menor.
    Mais uma vez digo: enquanto ficarmos nessa postura paternalista de salvar o mundo, estamos perdidos. temos que salvar o homem… a natureza se vira muito bem sem a gente (há mais de 4,5 bilhões de anos).

  41. Chesterton disse:

    “Para salvar a natureza, é preciso em primeiro lugar, salvar a natureza humana.”
    – meu Deus, mais um reformista social. Vai regular a natureza humana agora? Formará o Novo Homem?

  42. Chesterton disse:

    Muitas dessas árvores não foram queimadas, viraram madeira que dão casas, móveis, portas, postes , instrumentos musicais, carretas de caminhão, papel, tudo que pode ser reciclado indefinidamente. Aliás, o preço do pinho de riga é altíssimo simplesmente porque não existe mais. Carvalho e mogno idem, ficaram raros. Não foram para a atmosfera.

  43. Felipe disse:

    Chesterton, a gente é que precisa desenhar para vc. A natureza tá pouco se lixando, de fato, para nós. Ela se recupera se a gente contnuar a destrui-lá. Mas nós não. Então a natureza humana que precisa ser lidada SIM!Não é reforma spical, é transformação, revolução!!!

  44. Chesterton disse:

    Ainda bem que não é você quem decide isso.

  45. jorji disse:

    Salvar a natureza humana realmente é impossível, o que tem que melhorar é o QI médio dos humanos, existem paísem com QI medio de 65 pontos, quando no mínimo a média deveria ser 100 pontos.

  46. jorji disse:

    Quando eu vir a falecer, quero ser cremado, é a versão de Jorji voador.

  47. Evani disse:

    Denis
    Parabéns pelo texto. O incrível é que muitos ainda preferem brincar com o assunto. Mais uma maneira de fugir à realidade. Realidade que, em parte, podemos alterar. E… para quem ainda não notou, a vida biológica dos seres humanos depende do equilíbrio ecológico. Somos as mais frágeis criaturas que existem por aqui. Salvar os homens, em qualquer sentido, implicaria numa ampliação conscencial através da moralidade consentida, isto é: na evolução moral. Alguém se habilita?

  48. Adalberto dos Santos disse:

    Denis, acabei de vir da coluna da Rosana Jatobá. Foi ler suas ideias e voltar aqui à sua página. Como sempre, boas reflexões. Que bom. Recuperei, tirei o atraso do que ainda não havia lido nos últimos dias. Aproveito e resumo: materializar o cacete! Viva as árvores! Viva ao nosso planeta e vivamos um futuro sempre sustentável! Abraço.

  49. Eduarda Fhamilly disse:

    Olá!
    Olha só que legal.
    Tem um projeto chamado Movimento Pelo Planeta que está plantando árvores, com a ajuda de twitteiros, e sorteando bikes.
    Gostei muito da iniciativa, acho que vocês também vão gostar.
    Esse é o vídeo da campanha: http://www.youtube.com/watch?v=fZg74mhBHIM
    Muito legal!

    Mas vale a pena participar viu?
    Eu já estou participando dessa corrente.

    Abraços.

  50. Hilma Seifert disse:

    Já tem museu na Alemanha que dissemina ser a destruiçäo da nossa civilizaçäo inevitável – pode-se apenas prolongar mas näo salvar a humanidade. Claro como água – qq um pode constatar isso – seremos extintos juntinhos.

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