Chama o síndico?

Quando queima a lâmpada em casa, você compra uma lâmpada nova, sobe num banquinho e troca. Quando é um problema um pouquinho mais sério, sei lá, um chuveiro elétrico queimado, você talvez chame um eletricista e pode ficar sem banho quente por algumas horas. Quando entope a saída de esgoto, aí é mais sério: você bem possivelmente vai procurar uma boa empresa especializada, a não ser que tenha um encanador de muita confiança.

Pois bem: e se sua casa entrar em colapso? Todos os aparelhos elétricos começam a queimar, alguns com explosões, água suja sobe dos ralos, o teto se enche de goteiras, as paredes, de rachaduras, os armários, de ratos e insetos. O que você faz? Chama o síndico do prédio para “dar um jeitinho”?

É bem isso que está acontecendo nas grandes cidades brasileiras: um colapso. O sistema de trânsito e mobilidade urbana é uma porcaria. As pessoas passam mais tempo tentando chegar nos lugares do que em casa com a família, e todo dia uma centena de brasileiros morrem no caminho. O sistema de coleta de lixo é de uma tosqueira assustadora: algo como zero é reciclado ou compostado e os aterros crescem como cânceres. O asfalto está rachando em toda parte, porque a água da chuva não tem por onde escoar e se infiltra entre o piso e o solo. O clima está mudando rápido, com consequências desastrosas, e enchentes e deslizamentos ficam cada dia piores. O espaço público é horroroso: barulhento, fumacento, perigoso.

Diante de um colapso desses, nossas cidades tomaram uma decisão: chamaram o “síndico” e pediram para ele “dar um jeitinho”. É isso que as administrações públicas municipais brasileiras são: síndicos. São capazes de trocar uma lâmpada, ou, num dia inspirado, o fusível de um chuveiro, mas certamente não são habilitadas para lidar com colapsos e para repensar sistemas.

É fácil comprovar a incapacidade do poder público de lidar com complexidade: basta olhar para cima e ver uma instalação elétrica. Você contrataria esse eletricista? Foto: DRB (CC)

Nas últimas décadas, as grandes cidades se tornaram milhões de vezes mais complexas do que eram antes. Milhares de quilômetros de solo foram asfaltados, milhões de quilômetros de cabos foram estendidos, rios foram enfiados debaixo do chão e canos furaram tudo. Esse trabalho tem sido feito como um síndico faria: na base do “jeitinho”. Os profissionais que trabalham nas prefeituras podem até ser simpáticos e inteligentes, mas no geral não fazem ideia de como se lida com um sistema complexo: sabem apenas de suas respectivas áreas.

Mesmo nossos prefeitos são imensamente limitados. Pegue como exemplo Gilberto Kassab, aqui em São Paulo. Certamente parece um bom sujeito, e ninguém tem dúvida de que seja inteligente. Mas quantas vezes ele já veio a público para discutir a fundo grandes questões urbanas? Ele não discute porque não entende absolutamente nada sobre cidades. Kassab fala, e bem, sobre articulações partidárias, estratégias políticas, táticas eleitorais. Diante das enchentes que estão assolando São Paulo e dos protestos contra o custo extorsivo do transporte público, ele reagiu mudando sua assessoria de imprensa.

Não vai ser assim que resolveremos nossos problemas.

Tenho a convicção de que as respostas para as grandes cidades brasileiras não vão vir das prefeituras. Elas virão de articulações amplas da sociedade civil, com participação decisiva da vibrante classe criativa brasileira e investimento maciço do setor privado. As prefeituras poderiam ajudar muito se fossem menos autoritárias e deixassem a cidade ajudar. Elas poderiam reduzir imensamente seu inchado quadro de funcionários e gastar muito mais com projetos inovadores, experimentais, criados por grupos de gente criativa apaixonada pela cidade.

Nossas cidades vão mal, muito mal. Nós brasileiros temos uma mania irritante de ficar com nhenhenhém resmungando dos políticos. Os políticos são ruins mesmo, mas a responsabilidade pela cidade não é só deles: é de todo mundo.

30 comentários
  1. Glauco disse:

    Falou e disse! Esse é o caminho…

  2. Denis, você deve saber que acabei de retornar de uma viagem de bike onde pedalei mais de 6.800 kms e perdi a conta de quantas cidades passei. Raras foram as que eu vi prefeito tentando resolver os problemas da população de forma inteligente, ou planejando a cidade para o crescimento de forma sustentável. O que eu vi foi, no máximo síndicos como você bem escreveu em seu post.

    Na minha concepção existem dois tipos de políticos, os comuns, que fazem o que a sociedade quer para se reelegerem e os visionários, aqueles que fazem a sociedade debater um novo rumo, fazendo ela descobrir que nem sempre o que queremos é o melhor para a cidade.

    Sinceramente, não conheci nenhum político visionário nessa viagem pelo Brasil e pior. Não vi uma população nem a fim de debater o que é melhor para o coletivo, tão pouco motivada para isso.

    Minha percepção foi bem triste, o brasileiro é um povo maravilhoso, que está sempre disposto a ajudar, mas no fundo não está disposto a abrir mão de nada em prol da maioria. Pouquíssimos são os que pensam assim.

    Abração

    André Pasqualini

  3. Márcio Monteiro disse:

    Você acertou em cheio quando disse que o negócio do Kassab é articulação política. Eventualmente, achar uma brechinha na lei para burlar seu espírito, fundando um novo partido. Não acho que ele não entenda de cidades, está apenas completamente desinteressado do tema. Faz uma lei Cidade Limpa e pronto, fez o necessário. Mas não acertou em cheio mirando apenas no prefeito paulistano. Como disse o André Pasqualini, não tem um político bem neste país.

  4. denis rb disse:

    Márcio Monteiro,
    Não “mirei” no Kassab. Apenas citei-o como exemplo, porque é quem eu conheço melhor. É o prefeito da minha cidade, afinal. Mas não tenho dúvidas de que a regra é esse tipo de gente nesse cargo, como diz o Pasqualini.

  5. denis rb disse:

    Grande Pasqualini,
    Acompanhei tuas aventuras nas estradas brasileiras, obrigado por compartilhar insights, bem-vindo de volta à carrolândia. Concordo contigo e acrescento: ninguém se sente responsável por nada. Fica todo mundo com a desfaçatez de dizer “estou cumprindo meu papel” e o circo pegando fogo sem ninguém para acudir a arquibancada.

  6. denis rb disse:

    E o André Luis está certo. Jaime Lerner fugia dessa regra (talvez até por isso tenha desistido da vida chata de político).

  7. Marcelo Azevedo disse:

    É, Curitiba até conseguiu, mas já “desconseguiu”. Os que sucederam a Jaime Lerner não eram urbanistas, eram políticos. Embora Curitiba ainda tenha alguns diferenciais, sobretudo no tema reciclagem, no mais se parece com todas as demais grandes cidades brasileiras: trânsito caótico, morte do centro, prevalência dos carros ao transporte público sobrecarregado. Uma parte do problema passa por aí: não elegemos pessoas capacitadas. Elegemos pessoas boas de papo, e só. Tudo, no final, se reduz ao valor que damos ao voto e ao nosso direito de cobrar os eleitos a fazerem um bom trabalho…

  8. ricardo galvão disse:

    Denis,
    No seu penúltimo parágrafo, você diz ter “..convicção que as respostas não virão das prefeituras…”
    Mas isso só acontecerá com uma mobilização que só virá pela força, pois os políticos brasileiros se lixam para o povo em sua maioria, como as belas ditaduras que existem pelo mundo, sendo o pior que, a nossa é pelo voto…
    Vide os exemplos que vc sempre dá sobre a Cidade de São Paulo, um prefeito que pensa pras indústrias automobilísticas, assim como no carnaval do RJ, a prefeitura e os poderes públicos pensam para as cervejarias (vide o nojo do carnaval).
    Enfim usemos a internet como os egípcios e líbios…
    e vamos mostrar que: “Os governantes é que deveriam temer o povo, e não o contrário..” frase do filme “V de Vingança”…

  9. denis rb disse:

    http://cidadeideia.com.br/
    Um bom exemplo do cenário que eu tracei – a classe criativa se mobilizando para dar soluções para problemas que a prefeitura não consegue resolver, seja por incapacidade, seja por desinteresse. É um projeto para São Luis do Maranhão, sugestão que o leitor thiago ramos deixou em um outro post.

  10. CLAUDIO AZEVEDO disse:

    Olá Denis

    Sempre admirei seu blog, e, sempre que posso, leio. A leitura é dinâmica e jovem, direta ao ponto sem rodeios. Entretanto, raramente leio comentários, e hoje, indiferente dos dias anteriores, não li. Porém meus olhos foram fisgados por um ‘nome comum’.

    Sou maranhense, e nos últimos dias aqui em São Luís, muito se escuta sobre ‘um vídeo na internet’: dias de carnaval ouvi sobre “Cidade Ideia” http://cidadeideia.com.br através de amigos, mas não vi, não li, não entrei conheci. Irônia ter visto o comentário abaixo do post falando sobre isto, talvez me chamou atenção a associação com o nome de São Luís. Cliquei, vi, olhei, e senti orgulho. Como li no comentário do vídeo no Vimeo: Orgulho alheio. No website há um no menu ‘Mídias’, alí há uma entrevista dada pelo ‘Jovem’ ao vivo! Vale a pena assistir.

    Quero lhe dizer um segredo: muito se ouve a respeito de que há preconceito sobre nordestinos no sul do país, porém, muitas vezes nós, nordestinos, costumamos cultivar o preconceito sobre nós mesmos. Aqui, se valoriza coisas ‘de fora’. Culpa de pessoas despreparadas no poder, que, sem saber o que fazer, buscam empresas de fora da cidade.

    Já fico feliz por ter visto o site alí, através de seu blog, porém me permita valorizar este projeto, de um cidadão da terra, e lhe argumentar que: um comentário é pouco, isto merece uma publicação, a iniciativa é exemplo para nosso país.

    Um abraço!

  11. Marcelo Fellows disse:

    Bacana,
    mais uma grande pensata. Só lembro que o problema não é uma exclusividade brasileira.
    Concordo em parte com o Ricardo Galvão, imagino que o povo vai amadurecer e se articular a ponto de exigir providências mas de forma mais pacífica como o exemplo da Tunísia.
    Mas precisamos dar os primeiros passos.

    Abs.,
    Marcelo

  12. Victor Faverin disse:

    Grande texto, Dênis!
    Gosto muito de ler os comentários deste blog. São inteligentes e, em certa medida, visionários. Mas, apesar da pouca idade, sou um pouco cético quanto a tão sonhada e falada mobilização popular em prol de um bem comum. Sou foca de uma revista de meio ambiente e o que vejo são poucas iniciativas privadas (quase todas desencontradas), o grande desafio de separar o conceito sustentável do marketing que se faz dele, além do quase nulo esforço da sociedade. Falar em conscientização ambiental, ao meu ver, é ridículo. Consciência não evita enchentes e nem estrutura drenagem. No máximo, minimiza o grande acúmulo de lixo disposto em lixões maquiados de aterros. Por isso, acho que o tempo é de se discutir o comprometimento ambiental de cada um.
    E concordo plenamente que os prefeitos de grandes cidades, e mesmo das pequenas, como observou o Pasqualini, apenas propõem medidas imediatas e de improviso frente aos grandes problemas que os cercam.

  13. jorji disse:

    A questão não é de criatividade, é tecnica, pagamos hoje pela falta de planejamento, de sucessivos erros de administrações anteriores, e o pior, continuamos errando. Não temos engenheiros, arquitetos, arquitetos urbanistas tecnicamente preparados para melhor planejar as nossas cidades. Paixão, amor, criatividade e afins, não são a solução, é a tecnica e investimento o caminho para solucionar o caos urbano, sentimentos não levam absolutamente a nada.

  14. denis rb disse:

    jorji,
    Claro que temos arquitetos e urbanistas tecnicamente preparados. A classe criativa brasileira fornece mão-de-obra de qualidade para o mundo: está cheio de brasileiro talentoso nos grandes escritórios de arquitetura e urbanismo da Europa. Acontece que esse pessoal não quer trabalhar para nossas prefeituras, porque teriam que se submeter a um ambiente onde a política manda no design, um ambiente tosco, corrupto, mesquinho, chato. Se soubéssemos criar espaços criativos e empolgantes, atrairíamos com facilidade essa juventude talentosa, que a propósito adoraria ajudar nesse projeto grandioso de melhorar as péssimas cidades brasileiras. Quando você diz que criatividade não vale nada, só o que importa é investimento, você está repetindo esse discurso velho, que desvaloriza as pessoas e impõe o pensamento frio, autocrático, que vigora nas nossas cidades. Seu raciocínio é o típico pensamento dos anos 1970, pré-Silicon Valley, pré-revolução digital. Você não faz ideia da força que um projeto grandioso pode ter para mover as pessoas e fazer as coisas acontecerem.

  15. Felipe disse:

    Belo post, no carnaval conheci um curitibano que disse que lá tá ruim para a mobilidade tb, Denis – mas com certeza está melhor do que em SP ou Rio. Não sei se é pq acabou mais um carnaval, mas estou na deprê e pensar nessas coisas que disse vou ficar mais deprê ainda. A realidade brasileira assusta, é vero. E fiquei pensando nesses dias como estamos numa bolha, os centros, cercados de imensas periferias à mercê desses síndicos.

  16. jorji disse:

    Denis, tecnica aliado a criatividade, e recursos financeiros para tornar realidade as mudanças necessárias seriam as soluções, querer não é poder, eu tomo como exemplo esse planejamento para realizar a copa do mundo, que bagunça, se um evento de tamanha importância é negligenciado e nos envergonha, imagine mudar as grandes cidades e médias cidades brasileiras.

  17. denis rb disse:

    Concordo contigo, jorji
    Obviamente técnica importa, e está em falta no Brasil. Mas as pessoas subestimam a importância de soluções criativas, inovadoras, que podem se tornar atalhos para o desenvolvimento. Não falta investimento em São Paulo. Faltam ideias interessantes que tornem esses investimentos mais efetivos. A prefeitura gasta milhões para asfaltar uma pista a mais da Marginal Tietê, uma obra feita “no automático” cujo efeito é completamente inócuo, para não dizer que é negativo.

  18. jorji disse:

    Realmente ficar criando túneis, viadutos, alargamento de avenidas apenas para atender aos veículos é burrice. Denis, voce conhece bem as cidades americanas, quais são as principais diferenças, os EUA são os grandes inovadores, e as suas cidades são belíssimas.

  19. Ziul disse:

    Jorjil, não há como comparar Brasil e EUA quanto as cidades, é como comparar a civilização clássica grega e a pré cabralina no Brasil, são estágios diferentes.
    A arquitetura brasileira já conseguiu status de reconhecimento, 2 arquitetos daqui foram premiados com o Prêmio Pritzker (o Oscar da arquitetura), continuamos a “chamar atenção”…
    Se uma festa está ruim, talvez não seja o dono o culpado pelo desastre, trocando a música, comida… resolva o problema, mas para isso precisa-se admitir que está ruim. Metáfora ruim mas cabivel.

  20. Joao victor disse:

    Concordo com tudo e com todos(em parte!),mas temos é que parar de discutir e realmente botar em pratica nossas idéias,colunas e blogs sobre o que melhorar temos aos montes,porém iniciativas em prol da sociedade realmente nao existe ou se existe possui poucos adeptos.Um abraço a todos e podemos nos unir para mudar,basta querer.

  21. André disse:

    Há um tempo vejo que as pessoas querem mais e mais participar na política, mas não filiando-se a partidos e “ideologias” sim como cidadãos mesmo, intervir e colaborar… mas não sei dimensionar esse fato, talvez seja 100, 200 pessoas ou até 1 milhão, o que me anima muito.

    As iniciativas existem, e inteligentemente devem e são estruturas pequenas, talvez por isso que não sejam tão conhecidas como as empresas. Por aqui há o “TETO”, Institulo Elos, a Natura está divulgando vários pelo Movimento Natura, os apresentados pelo “TEDx” do Brasil…

    É estranho que alguns blogs de grupos organizados com “super iniciativas” lancem ideias como se o Kassab, o Geraldo ou a Dilma fossem ler e falar “Poxa, gostei! Vou executar”, por esse aspecto concordo com o João Victor, falta ação!

    Voltando pro síndico e com o que falei no início, vejo que surgirá uma nova forma de interação com a sociedade, não dá pra depositar todas nossas espectativas em vereadores (formalmente nossos representantes) e rever a cada 4 anos, o negócio tem que ser pra já, minhas espectativas, prioridades e percepções não mudam a cada 4 anos, sim a cada semana, mês…

    Uma nova proposta já existe: o Give a minute for your city, vale a pena googar e ver o que está acontendo por aí

  22. Hugo Veloso disse:

    Denis, concordo plenamente contigo quando você afirma que as respostas para as cidades não virão das prefeituras. Na realidade, os políticos apenas fazem o que aparece como horizonte mais “fácil” de solução. Nos debates políticos, a guerra de números maquia a preocupação quanto à eficiência dos gastos públicos.
    Eu gostaria de propor um grupo de discussão sobre temas específicos e abordagens para soluções de curto, médio e longos prazos, com chats onde pudessem ser feitas reuniões para se debater temas. Você conhece iniciativas assim? Acho que precisariam ser feitas, até mesmo na esfera pública. Qualificaria muito o debate legislativo e a eficiência do executivo coisas assim. Já eles não o fazem, poderíamos nós, cidadãos, iniciar esse processo.
    Existe uma dificuldade de mensurar as soluções e isso dificulta que a população tome atitudes. Por exemplo, essa questão do lixo e do transporte, até os indivíduos mais humildes tem uma certa noção do problema. A questão maior é vislumbrar soluções efetivas. Com soluções em mãos, a pressão para que políticos ajam com vistas à solucionar esses problemas será dada pela realidade. Mas sem soluções objetivas, tudo vai para o campo das boas intenções, do universo onírico sem compromisso com o real.
    Na questão do lixo, acho que seria preciso mensurar com precisão a quantidade de pets, latas, papéis, que são descartados; verificar o custo da coleta por material, por exemplo; um programa de pontos para empresas e condomínios que embarcassem nesse processo de reciclagem, com benefícios de imagem para a empresa e cessão de produtos, por exemplo, aos condomínios.
    Enfim, o melhor caminho para as coisas saírem do papel seria sistematizar essas discussões. Poderia ser feito um portal para isso. Algo que qualquer visitante desinteressado em bater cabeça num site, ao entrar, pudesse rapidamente participar de discussões com subsídio.
    Conhece um programador que possa fazê-lo?

    Abraços
    Hugo
    hugovelosopolis@gmail.com

  23. Marcelo Fellows disse:

    Mais ou menos nesta linha, tem um texto do arquiteto inglês Richard Rogers, no Segundo Caderno do O Globo de hoje.

  24. Marcelo Fellows disse:

    Topo a proposta do Hugo. Vamos buscar esta solução. Acho que muitos portais já oferecem soluções neste caminho como o yahoo groups, o orkut e o próprio facebook. Claro que o melhor seria desenvolver uma ferramenta sobre medida. Uma idéia seria tentar apoio com as comunidades de software livre.
    Concordo 100% com a idéia de sistematizar as discussões. Nos dois sentidos. Implantar um método de forma que o debate seja claro, aberto e objetivo e tb no sentido de se utilizar um sistema de informações (software mesmo) que apoie as discussões com as ferramentas de de gestão, publicação, guarda, segurança e comunicações.

    Se isso for a frente estou dentro.
    Abs.,
    Marcelo

  25. denis rb disse:

    Obrigado pelas dicas, André e Esther.
    As duas são excelentes.
    Recomendo muito acompanhar o blog Cidades Verdes, indicado pela Esther, cheio de boas ideias para um futuro possível.

  26. Hugo Veloso disse:

    Então, Marcelo, gostei da idéia de ver em comunidades de software livre. Vou dar uma olhada esses dias e comento por aqui.
    Abraços

  27. André disse:

    Dá pra criar pelo Facebook, mais prático que buscar um software

Deixe uma resposta

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s

%d blogueiros gostam disto: