Rebelião instaurada

O neurocientista Sidarta Ribeiro classificou o que está acontecendo mundo afora em relação à maconha como uma “rebelião instaurada”. Não são os políticos que estão mudando o status da maconha no planeta: são as pessoas, saindo às ruas ou levando a briga às instâncias mais altas dos tribunais. Nos Estados Unidos, doentes crônicos cujo sofrimento poderia ser aliviado com maconha já conseguiram legalizar o uso medicinal em 16 estados e no distrito federal. Na Espanha, uma briga no supremo levou a polícia a pedir desculpas e devolver erva apreendida a um coletivo de usuários, e garantiu o direito de grupos de pessoas sem fins lucrativos de plantar sua própria cannabis em grande escala, mesmo que para fim recreativos. Aqui no Brasil, esse grupo oprimido há décadas comemorou há pouco o reconhecimento do Supremo de que, numa democracia, não se pode proibir a expressão de ideias contrárias à proibição.

Na Califórnia, esta latinha, comprada por 18 dólares, é considerada remédio

Sidarta é respeitado no mundo todo por suas pesquisas sobre sonho pela Universidade Duke, dos EUA, e hoje é chefe de laboratório do Instituto Internacional de Neurociências de Natal, o ambicioso centro de pesquisas criado do Rio Grande do Norte para ser referência mundial nos estudos do cérebro. Ele diz que a pesquisa sobre endocanabinóides, as substâncias naturais do cérebro que têm o mesmo efeito da maconha, vive uma era de ouro.

Essa área praticamente não existia há uma década e meia, em parte porque a proibição tornava a pesquisa praticamente impossível. Hoje está ficando claro que os endocanabinóides provavelmente guardam as respostas para vários dos maiores mistérios da biologia humana. Câncer, doenças auto-imunes, estresse pós-traumático, dor crônica, distúrbios do apetite, doenças degenerativas do cérebro como Alzheimer e Parkinson, esquizofrenia: quase tudo que a medicina compreende mal tem alguma ligação com o tal sistema endocanabinóide. Nossa sociedade criou um tabu com uma substância e, por causa desse tabu, uma área inteira da medicina deixou de se desenvolver.

Sidarta adoraria pesquisar endonabinóides. Com o talento dele para pesquisa e um tema quente como esse, podia dar Nobel. Mas isso não vai acontecer. Aqui no Brasil, ele não consegue importar as substâncias químicas necessárias para esse tipo de pesquisa. Sem pesquisa, o potencial medicinal fica inexplorado e os riscos da droga aumentam.

Esse é só um entre os muitos efeitos indesejados da proibição. Além disso, a sociedade toda paga o custo de ficar permanentemente enxugando gelo. A proibição enriquece bandidos, piora a qualidade da droga, causa problemas de saúde, superlota as cadeias, corrompe a justiça, impede a polícia de trabalhar na prevenção de crimes sérios, espalha a violência. Não estou dizendo aqui que a maconha não faça mal. Faz. Mas a proibição amplifica esse mal e causa muitos outros.

É impossível diminuir sensivelmente o uso de maconha com repressão, como mostrou a ótima análise econômica feita no livro Drugs and Drug Policy, escrito de forma desapaixonada e racional por três especialistas em política pública. Eles mostram que a grande maioria das transações com maconha é feita por redes sociais, não por traficantes desconhecidos. A polícia jamais vai conseguir impedir que amigos dêem coisas para amigos. Nem se houver câmeras em cada quarto do mundo. É por isso que a proibição dá tão errado.

São essas redes informais que, ajudadas pela internet, estão começando a se rebelar contra o status quo. Elas contam com apoios de peso, em especial ex-governantes do mundo todo, que sabem que a proibição, embora seja boa para manipular medos e ganhar votos, torna a vida real de administrar o país um pesadelo.

Tudo indica que é só o começo. Sidarta está otimista. “Acho que a proibição vai cair mais rápido do que se pensa. Quando desabar, vai ser que nem o Muro de Berlim. Quem sabe começa por aqui.”

88 comentários
  1. Claudio disse:

    Como sempre perfeito.. parabéns!

  2. Eduardo disse:

    Excelente texto!

  3. Marcelo disse:

    Denis, há alguma previsão de quando os nossos congressistas discutirão este tema a sério? Tenho esperanças que não demore a cair a proibição mas quando lembro que temos um parlamento, tipo assim, “pra lamentar”… Sendo otimista acho que acontecerá antes da copa do mundo, sendo pessimista creio que de 2020 não passa. Qual a sua aposta?

  4. Fred disse:

    Ótimo! Também não acho que vai demorar pra essa situação “voltar ao normal”(como provavelmente era a uns 100 anos atrás). E as pessoas poderem cultivar e usar a sua erva sem medo!

  5. Pedro disse:

    tema muito bem apresentado. vale lembrar que a atual lei brasileira já permite estes estudos citados no texto, desde que “tenha autorização das autoridades competentes”, imagino que isso tenha que vir do ministerio da saude/entidaddes reguladores, especialmente sob pressão de universidades e centros de investigação. nao depende mais de legislação.

  6. Rafael disse:

    agora só falta colocar reportagens relevantes como essa na revista. online é só para os privilegiados, e o povo que não tem acesso a internet não tem acesso a verdade?

  7. ricardo disse:

    bem,a queda do muro de berlim foi o maior erro geopolítico da história(frase atribuida ao vladimir putin).já vi comparações até com a revolução neolítica.ter essas expectativas não seria esclarecer a população.não é só por causa da proibição que essas pesquisas não avançam,o brasil é um país de terceiro mundo e mesmo proibida,no resto do mundo avança.não podemos achar que depois da legalização virá um limiar técnico da humanidade só porque se fala de algo que não conhecemos.o sidarta não seria o buda?se fosse tão iluminado,saberia fazer comparações menos toscas e menos depreciativas com a história.não sei quando o tema vai ser discutido de verdade.do jeito q o brasil apanhou na copa américa,é mais fácil a coréia do norte ganhar do brasil na copa do mundo do que a maconha ser legalizada aqui ou em cuba.

  8. Marcelo disse:

    “só porque se fala de algo que não conhecemos”
    Fale por você. Você sem dúvidas não conhece, não sabe absolutamente nada sobre mconha, mas eu e outros milhões, inclusive médicos e cientistas, conhecemos muito bem.

  9. Marcelo disse:

    P.s. Delirante… o que é que Copa América tem a ver com legalização?

  10. reynaldo disse:

    Ah não sei não, ein? Não creio que a proibição vá cair mais cedo do que imaginamos, há muito atraso na sociedade e no meio político, e não só em relação ao tema das drogas ilegais. E muita hipocrisia também. Pense naquele deputado que gosta de tomar sua cervejinha no fim de tarde, quando chega em casa. Ele trata o traficante de bebida alcoólica com o nome respeitável de “empresário” e aceita sem titubear uma contribuição do nobre cidadão para sua campanha. O filho dele fuma maconha na janela do segundo andar e ele sabe. A filha dele namora outra menina e ele sabe. Só não pode falar, deixar explícito. Ah quantas vezes já presenciei essa história!!!!

  11. Marcelo disse:

    rsrsrs
    Perfeito reynaldo, é assim mesmo…

  12. Guilherme disse:

    Fato é que a legalização da maconha so faria bem ao pais. aleme de enfraquecer o trafico e separar a maconha de outras drogas pesadas que hoje sao vendidas pelo mesmo traficante.

    ela geraria impostos,e se tornaria de mais facil fiscalização.

    alem do mais,SAUDE é direito do povo.

  13. Vagner disse:

    Perfeito!!
    “A proibição enriquece bandidos, piora a qualidade da droga, causa problemas de saúde, superlota as cadeias, corrompe a justiça, impede a polícia de trabalhar na prevenção de crimes sérios, espalha a violência.”

  14. denis rb disse:

    Concordo contigo, reynaldo
    Mas o Sidarta é mais otimista, e achei que a opinião dele merecia registro.

  15. denis rb disse:

    Pedro, só esclarecendo:
    O maior entrave para as pesquisas não é a lei brasileira, mas as dificuldades de importação e exportação de substância químicas derivadas da maconha. As empresas químicas e farmacêuticas que produzem essas substâncias ficam nos Estados Unidos ou na Europa e é muito difícil comprar delas. A burocracia, tanto dentro do Brasil para receber aprovações, quanto no comércio internacional, é enlouquecedora, e quase intransponível.

  16. angelo disse:

    Enquanto isso proibiciopatas a serviço de indústrias queimam áreas gigantescas, detonando o meio-ambiente e transformando em cinzas uma das matérias primas mais importantes do planeta.

    Documento apresentado à ONU pega pesado não é à toa: pede indenização para camponeses que tiveram suas plantações devastadas.

    “(…)11 quilos por 160.000 (cerca de US$ 90). (…)” (http://www.cartacapital.com.br/internacional/colombia-cresce-o-cultivo-de-maconha-modificada-em-cali)

    Não fosse a proibição, com 90 dólares seria possível comprar maconha pra trinta anos de consumo. Claro que haverá atravessadores também quando da legalização. Mas o lucro exacerbado destes ‘apenas’ comparável ao que existe hoje com arroz, feijão etc.. Ou seja, uma tremenda ganância capetalista. Mas, não mais uma ganância capetalista elevada à enésisma.

    Além do que, plantio doméstico é alternativa.

    A proibição é importante também pra hipervalorização do produto…

    Não compre, plante.
    E não fale com ninguém que está plantando.
    Não o faça em varandas, não seja ingênuo.
    Basta um sangue podre desocupado com uma câmera na mão e babau.

    E a real maconha de qualidade é outro departamento. Têm efeitos positivos potencializados e negativos reduzidos.

  17. Alex disse:

    Muito boa a matéria, fala tudo que muita gente precisa ouvir, mas tapam os ouvidos com a hipocresia, adoraria ver a editora abril dando mais espaço para esse tema de suma importância para a nação, seria bom que essa matéria fosse para a revista impressa, assim como seria ótimo a veja anunciar um colunista para falar apenas da maconha, sobre seus males, benefícios, histórias, somente as pessoas tendo a maconha mais próxima do seu dia a dia esse tabú idiota que foi criado contra ela será quebrado.

  18. Felipe disse:

    Muito bom! Pena que a Veja nunca colocaria uma reportagem esclarecedora e inteligente como essa na revista, nessa ficam só os artigos conservadores e mentirosos.

  19. denis rb disse:

    Pessoal,
    Vou pedir mais uma vez que esse espaço de comentários não seja usado para atacar a dona da casa. No mínimo, é uma descortesia.

  20. marcos disse:

    texto muito bom!!!

  21. Marcelo Fellows disse:

    Se a maconha ainda fizesse o estrago que o alcool faz na saúde física e moral do usuário eu ainda conseguiria entender tanta resistência.

    Como não existe a justificativa não dá para esconder a razão: O dinheiro que a primeira gera e gira não torna conveniente sua legalização. Já o segundo segue destruindo pessoas e famílias mas como o dinheiro é recolhido em impostos direitinho… Fica tudo como está.

    Então o usuário da primeira é um monstro em potencial que pode atacar o seio da sociedade à primeira tragada. Até pq usa de meios ilícitos para adquirir sua droga.

    Enquanto o usuário da segunda droga, cidadão em dia com suas obrigações fiscais, pode ir encher a cara no boteco da esquina, chegar em casa em peertubar o plantão da mulher que tá tudo certo.

    Abs.,

  22. Marcelo disse:

    Assim, sem querer atacar a “dona da casa”… Denis, quem será que vai publicar primeiro um artigo sobre a legalização da maconha na revista impressa, vc ou o Reynaldo Azevedo?

  23. Nickfogao disse:

    MATÉRIAS COMO ESSA NA REVISTA IMPRESSA!! JÁ!!

  24. AFORTUNATTA disse:

    Poi é , tb espero que levem os milhares de drogados para sua casa !!!

  25. ricardo disse:

    bem,pena q uma erva tenha sido manipulada por interesses políticos e economicos mesquinhos.se ao menos a legalização viesse junto com a fiscalização financeira da produção da erva…

  26. Marcelo disse:

    E virá, ricardo. Talvez esta fiscalização não alcance 100% da produção(como acontece com qualquer coisa devidamente legalizada e regulamentada) mas ainda assim será muito melhor do que não fiscalizar absolutamente nada da produção e do comércio de maconha, como acontece atualmente.

  27. Marcelo disse:

    Que tal levar os milhões de inocentes assassinados durante a “guerra às drogas” para a sua casa, AFORTUNATTA?

  28. jorji disse:

    Todo seu comentário a respeito das consequências da proibição não apenas em relação à maconha, mas de todas as drogas ilícitas, já sei, a questão é a política.

  29. jorji disse:

    Antes de tudo, procure entender o que se passa pelas cabeças das pessoas que apoiam a proibição, é assustador o que eu já ouvi, na enquete que fiz por conta, a grande maioria é a favor da proibição, pelo menos aqui em Maringá.

  30. Zé das Cove disse:

    procure entender o que se passa pelas cabeças…., ridículo jorji, 1º q ele já sabe, é praticamente uma ladainha, tipo papagaio mesmo, æ vc pergunta a fonte, ã,ã,ã, achei q era !, engraçado q ele citou o livro q ele tirou a informação, coisa q eu não vejo o povo da ladainha fazer, é só repeteco, e outra, vc foi tão infeliz no seu comentário, pois, vc está falando com um dos maiores especialistas do país no assunto : “se passa pelas cabeças”, vc perdeu a oportunidade de calar os dedos

  31. angelo disse:

    ” (…)Os congressistas de 1937 horrorizaram-se com isto e com o fato desta droga ter o aparente condão de fazer as mulheres brancas sentir vontade de tocar em “Pretos”, ou mesmo de olhar para eles.(…)”

    http://hempadao.blogspot.com/search?q=Anslinger&max-results=20

    Contra fatos não há argumentos. Maconha proibida com mentiras e racismo.

    RE-legalize ontem.

    PS: Justiça seja feita, a Veja já fez matéria sobre maconha sim. E muito lúcida e real, há uns dez anos ou mais. Já naquela época, enquanto por aqui especulavam como era na Holanda, a revista informou a realidade da coisa: não houve legalização. Há ‘vista grossa’ do governo.

  32. angelo disse:

    Em 1937, Anslinger testemunhou pe­rante o Congresso, dizendo: “A marijua­na é a droga que mais violência causou na história da Humanidade”.

    http://hempadao.blogspot.com/2011/03/ed106-onjack-protegendo-os-interesses.html

    ” De 1948 até 1950, Anslinger deixou de impingir à imprensa a história de que a marijuana causava violência (…)Anslinger proclamou que afinal a marijuana não tornava violentos os seus utilizadores, mas sim tão pacíficos — e pacifistas! — que os comunistas não deixariam de usar a erva para enfraquecer a vontade de lutar dos soldados americanos.(…) ”

    http://hempadao.blogspot.com/2011/04/ed110-onjack-erva-e-ameaca-paz.html

  33. angelo disse:

    Marcelo Fellows, não tente entender a resistência. Não é pra entender mesmo.

    Faz mal?

    Ok, ciente, sou maior de idade e quero esse ‘mal’.

    Vicia? Ok, escreva na bula para ciência do usuário.

    Causa câncer? Ok, não fume cigarros com papel, use vaporizador.

    Mais algum problema, proibiciopatas?

    A coisa é assim, pra cada solução apresentada, proibiciopatas apresentam um novo pseudo-problema.

  34. proibiciopata disse:

    A maconha deve ser mantida proibida porque maconheiro fuma e fica contemplando o mar, ora, bolas, vê se pode?!

    E a maconha vicia 10% dos usuários.

    Tem que proibir o trabalho também, pois um percentual muito mais alto fica vicidado em labor, destruindo famílias.

  35. ricardo disse:

    bem,essa discursão de legalizar a maconha não me parece nem de esquerda e nem de direita.é um sintoma dos novos tempos.bem,acho que nós politicamente hoje estamos imaturos assim como a maria antonieta antes das revoluções inglesas e francesas.se for uma discursão que toque na ferida e que ninguem notou o problema,já estimula a democracia direta.quem sabe a própia discurssão no final se revele sem sentido,mas a própia discursão abra precedentes pra se acabar com outros tabus,estigmas,preconceitos e bobagens do politicamente correto ocidental que se encravou na hipocrisia.

  36. Edmilson disse:

    Tema de suma importância para a nação????!!!! Descriminalização de drogas?!

    Já ouvi muito, mas dizer que esse tema é mais importante do que acabar com corrupção, melhorar a educação, o sistema de saúde, fazer boas leis ambientais, melhorar nossa infraestrutura, melhorar o sistema penitenciário, lembrar os ministros da justiça que sigam a lei, etc.
    Existem muitos temas com muiiiiiiiiiito mais importância do que a descriminalização. Não me venham com essa. no fundo a maioria aqui só quer mesmo é fumar seu baseadinho sem peso na consciência. O que é justo pedir, todavia não faz com que o tema seja entronado como de suma importância para o Brasil ou o mundo.

    Angelo, dê drogas para seus filhos. Aí você deve aprender quais são os “pseudo-problemas”. (Pelo amor de Deus, é uma ironia NÃO DÊ DROGAS PARA SEUS FILHOS).

    Abraços a todos! Feliz dia do amigo, pessoal.

    Que se discuta o assunto, mas que respeitem a verdade.
    E descriminalizar drogas não é um assunto de suma importância para o Brasil. Por que não fazem uma marcha contra a corrupção? ou a favor da educação?

  37. ricardo disse:

    bem,legalizar com uma idéia não de acabar com a erva,mas fazela cair em desuso,me parece uma boa.fora isso,concordo com o edmilson pra se fazer as marchas como as da reforma agrária,pela petrobrás 100% estatal e pelo calote da injustas dívidas externas e internas além de marchas pra se parar de se jogar dinheiro fora emprestando dinheiro pro fmi pra ajudar banqueiros fracassados.

  38. angelo disse:

    “…Universidade da Califórnia (UCLA) sugerem que fumar cannabis pode, na verdade, prevenir o câncer de pulmão. (…)30 ratos com câncer no cérebro…O grupo não tratado morreu ao longo de duas semanas. Nove dos ratos tratados com THC viveram mais de um mês e três deles foram curados. Os cientistas acreditam que o THC causa a morte prematura das células cancerígenas, deixando as células sadias intactas.(…)Programa Nacional de Toxicologia dos EUA, a pesquisa determinou conclusivamente que o THC protege as células contra o câncer.

    Ao chegar a esta conclusão, o governo federal dos EUA ocultou os resultados. O relatório vazou para a revista AIDS Treatment News…”

    http://legalizeoboldo.blogspot.com/

  39. angelo disse:

    Ironia do destino, é muito provável que em breve a tal da apologia venha a ser considerado incentivo necessário para prevenção de câncer. Ainda inconcluso, com fortes indícios.

    Conclusivo é, segundo a pesquisa citada, maconha cura câncer.

  40. angelo disse:

    “Uma galera do Planta está se mobilizando para fazer no Rio a Passeata Nacional pela Educação. Junte-se a nós! http://ow.ly/5HFEd
    (Twitado pelo grupo Planta na Mente)

  41. angelo disse:

    ” A gente estamo a fim de saber a verdadeira verdade ” (Cidade Negra)

  42. angelo disse:

    Declaração da Psicotropicus – Centro Brasileiro de Políticas de Drogas para a 52ª sessão da Comissão de Entorpecentes

    “Por fim, sugerimos o seguinte:

    (…)

    5. A conta da guerra às drogas – com toda a destruição, violência e miséria que impôs à humanidade e o meio-ambiente – tem de ser acertada. Os camponeses que plantam maconha, papoula ou coca têm de ser indenizados pelos prejuízos decorrentes da erradicação forçada de seus plantios. Seus governos e os países que interferiram em suas lavouras em nome do “combate às drogas” têm de ser responsabilizados. O impacto negativo na economia, a violação de direitos humanos, os deslocamentos populacionais e o envenenamento do solo têm de ser reparados. As consequências negativas da guerra às drogas sobre a saúde dessas populações e de outros grupos vulneráveis têm de ser devidamente compensadas.

    (…)”

    http://www.psicotropicus.org/noticia/544

  43. angelo disse:

    Ao que estudos indicam, governos serão responsabilizados por obstrução da ciência na cura do câncer.

  44. angelo disse:

    De um deserto, fez-se verde e então a destruição.

    Desmatamento ambiental.

    E soldados queimam o material ‘tão tóxico’ sem máscaras.

    Literalmente, a máscara caiu.

  45. Marcelo disse:

    Este tema é de suma importância para o mundo todo, Edmilson.
    A legaçlização das drogas será o maior golpe contra a corrupção já visto na história da humanidade. Ademais, com o fim do desperdício de dinheiro nesta guerra civil genocída e o aumento de arrecadação através da taxação das drogas poderemos investir muito mais e educação, saúde e segurança.

  46. denis rb disse:

    Edmilson,
    Em 1980, no início da guerra contra as drogas, o governo da Califórnia gastava 10% do orçamento em universidades, 3% em prisões. Hoje gasta 11% em prisões, 7,5% em universidades. O Brasil está atualmente indo pelo mesmo caminho, com o aprisionamento disparando na última década por causa de crimes não-violentos de drogas. Isso é da natureza da guerra contra as drogas: ela não dá resultado nenhum, gera frustração em todos os envolvidos e puxa mais e mais recursos. Hoje, no Brasil, menos de 1% dos homicídios são investigados. Enquanto isso, jogamos no lixo dessa guerra falida nossos recursos escassos.

  47. ricardo disse:

    bem,esse raciocínio sobre as drogas tem de ter ênfase pró-americana denis?

  48. Marcelo disse:

    “ênfase pró-americana”?
    Ele está dizendo que a califórnia desperdiça em apenas uma pequena parte desta guerra falida (o sistema prisional) mais dinheiro do que gasta em universidades! Onde está o pró-americanismo nisso?

  49. angelo disse:

    Americanos proibiram por grana e estão relegalizando por grana também.

    Só que quando da proibição mentiram com ajuda da igreja, de grandes indústrias (inclusive a bélica), enfim, de uma oligarquia sedenta por sangue e dinheiro.

    Pra relegalizar pesquisam e expõem enfim a verdade.

    Não tem nada de ‘pró-americanismo’ no que Denis falou.

  50. angelo disse:

    ” Cannabis cura câncer e isso não é divulgado.” (Sidarta Ribeiro)

    Porque quando for informação oficial, estampada em primeira página de jornais grandes, a revolta dos maconheiros passará a ser a revolta de toda uma população que foi enganada durante décadas.

    Imagine a manchete de um sensacionalista da vida: “DO CAPETA FOI A PROIBIÇÃO E NÃO A ERVA”.

  51. ricardo disse:

    bem,pode até ser que a proibição da maconha se baseou nas religiões monoteístas predominantes,mas a legalização tem seu cunho religioso,como foi no caso do atentado do glauco contra um possivel rival da congregação do santo daime e talvez fosse o caso do bairro do realengo.com a internet,se tem comprado armas e treinado tiros.no caso do tráfico,nem se precisaria proibir a venda e o comércio de armas.só precisaria estatizar as fábricas nacionais de munição e proibir seu fornecimento e fabricação com exceção de épocas de guerra(kadhafi fez algo parecido ao jogar 2 milhões de AKs nos céus de trípoli pra depois dar a munição em caso de desembarque americano em terra).acho que essas seriam as soluções profiláticas a serem tomadas antes de se legalizar a erva com a intenção de se diminuir a violência.

  52. jorji disse:

    Marcelo, me perdoe, mas voce exagerou, o maior golpe contra a corrupção.

  53. angelo disse:

    O fim da 3ª grande guerra será o maior acontecimento da nossa era.

    E políticos que usam a massa pra manobra, pra incentivar ódio, pra dividir, pra desagregar, pra fazer cortina de fumaça, vão se arrebentar de verde e amarelo, quando a verdade for dita em alto e bom tom: maconha cura câncer.

    Ninguém mandou opinar sem tragar. Não tem conhecimento de causa, discute culinária.

  54. proibiciopata disse:

    Não pode ser legalizada, pois a população gosta de ser enganada com nhê-nhê-nhê de crise de petróleo.

  55. proibiciopata disse:

    Presidente Dilma, a maconha não pode ser liberada porque eu me olho no espelho e vejo um cara que não usa droga e me sinto muito ph…..por isso e todo mundo tem que ser igual a mim.

  56. proibiciopata disse:

    Presidente Dilma,

    A maconha não pode ser liberada porque:

    1. Esses maconheiros são tudo uns filha da ####

    2. Esses maconheiros são tudo uns filha da ####

    3. Idem 2

    4. Numa democracia a justiça se faz com maioria esmagando minoria e pronto.

    5. Esses maconheiros são tudo uns filha da ####

    6. Esses cientistas são tudo uns filha da ####

    7. Esses ratinhos de laboratório são tudo uns filha da #@@#

    Diante da vastidão de argumentos embasados em aprofundados estudos, espero deferimento.

  57. idiota disse:

    Por quê ninguem refuta sobre a história da proibição?
    Por quê ninguém diz que é mentira que a comunidade médica não foi consultada quando da proibição?
    Por quê ninguém diz que não houve falas racistas e mentirosas no lobby proibicionista da década de trinta.

  58. proibiciopata disse:

    Não sejam estraga-prazer, a indústria bélica vai tão bem, obrigado…
    Quanto mais guerra melhor, mais compra de armas, aí polícia vende arma pra traficante, traficante perde bagulho pra polícia, depois polícia revende pra traficante. Jornais fazem seu showzinho, advogados lucram, médicos continuam convencendo pessoas sãs que elas estão doentes…

    Pô, mó suruba, mó barato e vêm vcs com papo de legalizar, pô, colé?!

  59. proibiciopata disse:

    Ah, vê se pode, querem que pobre extraia fibra de cânhamo dentro de casa e faça suas próprias roupas ultra-resistentes. Querem que pobres se organizem em cooperativas, façam cursos, aprendam extração da forte fibra e prosperem. É mole, querem que pobres deixem de ser marginalizados, é mole?! Querem que pobres deixem de ser pobres! Que absurdo!

  60. denis rb disse:

    Não acho que o Marcelo tenha exagerado não, jorji,
    Secar o suprimento de dinheiro do crime organizado certamente seria um golpe brutal na corrupção (sem dinheiro, não há corrupção). Não se trata de dizer que toda corrupção do Brasil tenha dinheiro da guerra às drogas, mas certamente seria um golpe duro. É fácil ver isso no registro histórico: quando a proibição do álcool acabou nos EUA, a corrupção diminuiu muito (assim como o crime violento).

  61. proibiciopata disse:

    …Secar o suprimento de dinheiro do crime organizado…” Ainda não entendi. Poderia desenhar?

  62. angelo disse:

    Heloísa Helena contaminada pelo vírus proibiciopata. Decepção. Será que racha o PSOL, Denis?

  63. angelo disse:

    Mortes álcool anualmente USA: 75.000

    Mortes maconha em todos os tempos mundo inteiro: zero.

    Fim da discussão?

    Não? No problem. We have words, you have arms.

  64. ricardo disse:

    é…a questão dita tem razões objetivas e creio eu que faz sentido , até porque um proibiciopata pensa como um sionista.mas quando pegarem uma jamaica ou um haith pra comparação e não uma holanda,eu,esquerdopata posso pensar melhor.porque a melhor forma de promover dissidentes num regime rival é apelar pra ilegalidade e dizer que há perseguição política.a legalização só faz sentido quando tem crescimento num capitalismo liberal e que as desigualdades são suportáveis.não é o caso de 80% da humanidade que vive abaixo da pobreza e é tão analfabeta que não lê as trolladas da veja que os chamam de petista como se os maiores petistas não fossem os do dem sarneysta do maranhão,a chamada oposição que paga a veja com dossiês diabéticos.se querem secar o dinheiro pra combater a corrupção,que se use o cartão de crédito no lugar de dinheiro vivo.

  65. jorji disse:

    Denis, a corrupção no Brasil é generalizado, todos aqui sabem disso, não acredito que pelo fato de liberar o comercio de drogas vá diminuir a corrupção ou a violência no nosso país, não da maneira como imaginamos ou queremos, a raiz da violência e da corrupção no Brasil e no mundo não são as drogas, faz parte da própria natureza humana. O crime dito “organizado” no Brasil é muito “desorganizado”, e citar como exemplo os EUA da época de El Capone, dos gangsteres da época, com os EUA de hoje, é errado. Eu apoio a liberação das drogas, de todas as drogas, só não acredito que vá diminuir tanto a corrupção, e provavelmente nem a violência vá diminuir, apenas servirá para racionalizar a questão relativo às drogas, considerar que as drogas são a raiz dos problemas, é um erro, é apenas consequência.

  66. denis rb disse:

    jorji,
    Corrupção sempre houve e sempre haverá. Não há solução mágica. Mas pense o seguinte. Imagine que haja um negócio ilegal que faça 1 milhão de dólares por dia. E imagine que o policial cujo trabalho é vigiar esse negócio ganhe 500 reais de salário. É muito dinheiro, é muita tentação. As drogas não são a raiz do problema. A raiz do problema é tentar proibir o que não pode ser proibido, gerando um mercado bilionário. No México, nos anos 1990, os carteis de droga compraram o irmão do presidente da república e o czar anti-drogas. Se não houvesse tanto dinheiro, não haveria tanta corrupção, porque eles não teriam o suficiente para corromper o sistema todo. Num mundo onde há regras que fazem sentido, há menos incentivo para burlá-las.

  67. jorji disse:

    Denis, toda a America Latina tem índice de corrupção altíssimo, mas digamos que diminuiria um pouco a corrupção, ai eu concordo. Voce citou a questão de regras, num país como o Brasil, as leis, muitas delas não tem sentido, e a punição é branda demais, realmente as instiuições tem que funcionar, só com um mecanismo repressivo para padronizar o comportamento humano, o resto é balela, a tal da consciência é bobagem, mas chegar a esse objetivo só conquistaremos com desenvolvimento num sentido amplo. Liberar as drogas é a minha bandeira há pelo menos 30 anos, a idiotice todos temos no nosso evoluído cérebro.

  68. Marcelo disse:

    “as instiuições tem que funcionar, só com um mecanismo repressivo para padronizar o comportamento humano, o resto é balela, a tal da consciência é bobagem”
    Sabe quem pensa assim, Jorji? Fascistas, comunistas, nazistas… Enfim todas estas doutrinas que inventam um ideal de como o homem deveria ser e passam a querer obrigar todo mundo a se encaixar neste ideal. Sempre usando a força, claro.
    Se você souber de algum projeto deste tipo (baseado em “padronizar” o comportamento humano mediante repressão) que tenha dado certo em qualquer lugar do mundo e em qualquer época por favor nos avise, seria um achado e tanto.

  69. ricardo disse:

    entendi,o mesmo raciocínio daqueles que são contra a pena de morte.mas vamos trazer uma comparação entre o terrorismo e o tráfico de drogas(embora não pareça ter nada a ver):se tem alternativas economicas,ninguiem vai se arriscar a vender drogas ou a ser pego em corrupção ativa.legalizar é só a ponta de um problema maior que dá pra ser resolvido (inclusive com cooperação dos países deficitários nessa área) que é o problema do subdesenvolvimento.por mais que a legalização possa trazer dinheiro na artrecadação,não vai ser um pré sal,até porque a maconha não vai por gasolina no meu carro.o problema é muito mais complexo do que reduzir alguns pontos de corrupção num mundo que pode avançar em maior rítimo.se diz que só regimes de partido único podem reprimir o tráfico como se direitos individuais precisassem de múltiplos partidos e 2 se alternando no poder numa política de café-com-leite.dicurtir uma legalização nesse regime de democracia não faz sentido.

  70. Marcelo disse:

    Talvez um dia a maconha até ponha combustível barato no seu carro Ricardo. Vc sabia que com maconha dá para fazer biodiesel? Ouvi dizer que até sai mais barato do que com outras matérias primas. Discutir, debater, repensar, pesquisar soluções alternativas para problemas com os quais nos deparamos hoje sempre leva a algum lugar, Ricardo. O que não faz o menor sentido é entregar um mercado de bilhões e bilhões de dólares nas mão de criminosos que vão subornar autoridades e armar crianças e adolescentes com fuzis para disputar este mercado com outros criminosos que fazem as mesmas coisas.

  71. Marcelo disse:

    “A humanidade ainda se arrependerá de ter declarado guerra a uma planta”
    Profecia postada no growroom.

  72. jorji disse:

    Marcelo, me expressei mal, o que eu quero dizer é que a lei , tanto nos direitos, bem como na obrigação tem que ser implacável, e para que realmente funcione, as instituições tem que ser firmes e fortes, essa é a verdadeira democracia, no Brasil temos uma democracia meia boca. A questão de conciência isoladamente não funciona, a maioria que tem formação acadêmica no cotidiano não respeitam nem sequer leis do trânsito ( conheço muitos que são assim ), e sabem que estão agindo de forma errada, isso só para citar um exemplo. Marcelo, o que são as leis dentro do seu conceito, pelo que estudei é um mecanismo de repressão do instinto.

  73. denis rb disse:

    Leis não são mecanismos de repressão do instinto. Leis são regras de convivência. Leis são um contrato social, no qual os diferentes atores se comprometem a cumprir cada um o seu papel.
    No Brasil o contrato social está quebrado porque é injusto. Eu, que sou ciclista, pedestre e usuário de transporte público, não sigo as leis de trânsito, porque não as reconheço. Elas não servem a mim, elas não me garantem nenhum direito. Por isso não me sinto na obrigação de respeitá-las.

  74. angelo disse:

    Contrato social, aliás, que não me lembro de ter assinado. Sou coagido sob armas a cumprí-lo e não reconheço Estado nenhum como autoridade sobre qualquer criatura humana ou não da face da Terra. Estatismo é usurpação do poder do povo. Mas isso é outra história…

  75. angelo disse:

    Seu tataravô assinou um contrato antes de vc nascer, cumpra-o. Ass: Estado.

    Resposta: Vai roubar pra não ser preso.

  76. jorji disse:

    Denis, voce quer um mundo perfeito que nunca vai existir, eu sei que o “ideal” é o que voce projeta e comenta com muita propriedade, mas ideais sempre fracassaram porque na natureza humana prevalece aquilo quem realmente somos, animais.

  77. ricardo disse:

    bem,se houvesse transporte ferroviário,não haveria pobremas de transporte público.no caso da legalização é a mesma cisa:se der condiçoes pra sociedade,talvez ela optasse melhor.

  78. denis rb disse:

    Quem quer um mundo perfeito é o proibicionismo, jorji, que acredita que pode mudar a natureza humana. Eu quero que a gente reconheça nossas imperfeições e aprenda a lidar com elas.

  79. jorji disse:

    Denis, concordo contigo em relação ao último comentário, a questão relativo às drogas se encaixa perfeitamente, ainda a sociedade não aprendeu a lidar com os drogados.

  80. jorji disse:

    A palavra proibir está atrelado na questão moral, a moral é regida pela paixão e não pela razão, cheia de tabus, preconceitos, religião, etc.

  81. ricardo disse:

    porque a moral teria algo com a religião? as maiores religiões sempre forão as mais imorais,vide as igrejas católica e protestantes.preconceito muda com o tempo e é subjetivo.há 70 anos criticar o judaísmo era preconceito,hoje os rabinos não tem essa imunidade.vão falar que a rússia dos anos 30 era jihaddista porque queria propor uma moral revolucionária acima da hipocrisia da família burguesa?isso até a revolução francesa tinha! onde mora o moralismo aí?

  82. jorji disse:

    Amy Winehouse, a maior cantora do seculo XXI, e uma das maiores artistas deste século, provavelmente deve ter morrido por overdose, mais uma vítima do submundo das drogas.

  83. Vanderson Silva.'. disse:

    Parabéns Pela Reportagem, otimos pontos foram levantados quem dera que nossa sociedade abrisse os olhos pra esta questão tão importante que é o consumo da cannabis sativa (maconha). Ela existe ma terra desde os tempos da criação uma planta 100% natural que pode ser cultivada pra próprio consumo dentro do quintal de casa sem quimica nem agrotóxicos apenas com adubos organicos. Uma Planta que ja causou tanta morte e destruição por causa da sua proibição,já deveria ser vista de uma forma diferente por todos, o Usuario poderia plantar seu pézinho em casa e com isso fumar sua própria maconha de boa qualidade sem contato nenhum com traficante nem redes de trafico. Nosso país já deu um grande passo com STF liberando nossas marchas agora só falta tirar esse tabu de que todo maconheiro é marginal e bandido… pq muitos marginais e bandidos estão ai em nossos poderes e nem sequer sabem oque é da um tapinha e ver o mundo e as pessoas de um modo diferente.

  84. ricardo disse:

    é por isso que sou contra a legalização de drogas sintéticas,de heroína e de cocaína.só sou a favcor da legalização da maconha pra fins médicos a curto prazo.mas eu concordo que o tráfico piorou a qualidade do produto.

  85. Pedro Gomes disse:

    Faço minha monografia jurídica defendendo a regulamentação das drogas tidas como ilícitas atualmente, uma vez que vejo, COM UMA VISÃO PROFISSIONAL, que tal falácia criada no início do século XX não tem lógica nem resultados POSITIVOS para a sociedade, servindo apenas, desde o início, para reprimir classes sociais e beneficiar o capital que ganha com tal legislação, seja ele ilegal ou legal, dentro ou fora de empresas ou escritórios, com ou sem paletó… Acredito que a proibição irá cair mais rápido do que muita gente acha, uma vez que estamos vivenciando a REVOLUÇÃO 2.0, a qual todos já fazemos parte e mostra ao mundo INFORMAÇÕES antes dominadas e arquivadas pelas MÍDIAS CONVENCIONAIS!
    Viva à informação!
    Quem tiver qualquer sugestão de pesquisa contrária ou favorável à regulamentação em questão, por gentileza enviar para mono.drogas@gmail.com !!!
    Agradeço desde já a atenção de todos e todas.

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